US AMIGO E IRMÃOS, AGORA É OFICIAL . SOU CANDIDATO A DEPUTADO FEDERAL .
Quando os bons se omitem. Os maus governam.
Juízes 9.7-15
Juízes 9.7-15
As árvores boas (Oliveira, Figueira e a Videira) que agradavam a Deus e aos homens rejeitaram o chamado para governar. Resignaram-se em aceitar o governo do Espinheiro. Não ofereceram resistência alguma. Eximiram-se de suas responsabilidades.
O espinheiro é uma planta seca e rasteira. Não produz frutos nem sombra. Sufoca as árvores, mata sementes, incendeia facilmente e destrói as plantas em sua volta.
Infelizmente, aquelas árvores só aprenderam a lição quando o Espinheiro já estava no poder e se recusava entregar o reinado.
No Brasil, o Espinheiro ainda está reinando. Quem reclama sai ferido. Quem ousa ser contrário recebe vários termos pejorativos, tais como: preconceituoso, homofóbico, burguês, imperialista, fundamentalista e outros.
Muitos justificam a corrupção, a mentira, a impunidade, a roubalheira, a insegurança e inversão de valores como apenas um mal-feito. Um mal necessário. Para estes os fins justificam os meios.
Nossos dias se assemelham ao Apólogo de Jotão, embora a fábula do Espinheiro tenha chamado a atenção de todos, os homens que elegeram Siquém não refletiram e nem se arrependeram da má escolha. Os ouvintes das palavras de Jotão ainda toleraram o reinado de Abimeleque por mais três anos.
Mais tarde, pela incapacidade das árvores em tomar boas decisões, Deus decide intervir e fez tornar sobre Abimeleque o mal que tinha feito, como também o mal dos homens de Siquém. A maldição de Jotão, filho de Gideão, veio sobre eles (Jz 9.56,57). O Espinheiro destruiu a si mesmo e todos a sua volta.
Se as boas árvores não fizerem a escolha certa, o Brasil permanecerá governado pela tirania do Espinheiro.
Douglas Roberto de Almeida Baptista.
Douglas Roberto de Almeida Baptista.

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