A discussão sobre o possível impedimento do prefeito eleito em 2016 começou depois de uma reportagem da semana passada do jornal O Globo, na qual Marcelo Crivella (PRB) foi gravado oferecendo ajuda a líderes religiosos evangélicos para conseguir cirurgias de catarata e varizes para seus fiéis, entre outras facilidades.
Na terça-feira, vereadores contrários a Crivella conseguiram as 17 assinaturas necessárias para convocar a sessão e iniciar o debate sobre o possível impeachment. Durante a sessão desta quinta-feira, houve tumulto nos arredores da Câmara entre grupos que defendiam o impeachment e apoiadores do Crivella. No plenário, faixas carregadas por apoiadores do impeachment no plenário faziam alusão às falas do prefeito, ironizando a recomendação de "falar com a Márcia", uma de suas assessoras, para resolver as questões.
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Em nota, a prefeitura do Rio havia dito na véspera da sessão que recebia "com tranquilidade" as notícias sobre a possível análise de pedidos de impeachment.
"O prefeito do Rio, Marcelo Crivella, entende que protocolar pedido de impeachment faz parte do jogo político da oposição. Mas tem certeza [de] que tanto a Câmara de Vereadores quanto o Ministério Público vão saber separar o que é realidade do que é manipulação nesse caso", diz o texto.



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